quinta-feira, 30 de abril de 2009

Gilmore Girls, Eu Odeio o Dia dos Namorados e Club Social*



Mais uma semana cheia...
Alguém se lembra a manchete da semana passada? O uso da cota de passagens aéreas para o legislativo... Um bafafa... a mídia realmente nos agenda a pensar num único assunto por um bom tempo. E esta semana? Quem pensou "gripe suína" acertou! Assim que acordamos, na segunda-feira, descobrimos que tava morrendo um monte de gente no México, que tinha brasileiro com suspeita, que não podíamos comer bacon... Ontem, o Ministério da Saúde deu um "chega pra lá" na mídia, depois informar que não tinha caso suspeito nenhum, e sim, casos em observação...

Ai ai...
Somos informantes sem informação...

Segunda-feira, duas amigas e eu fomos ao Severiano Ribeiro - Cinema do Pátio Brasil - por causa da promoção "Segunda R$ 4". Assistimos ao Eu Odeio o Dia dos Namorados... FANTÁSTICO! No começo do filme você até pensa: "Que mulher ridícula", mas depois tudo muda. E tudo da certo no final (oras, é uma comédia romântica).


Enfim... vida corrida!
Minha vida tá tão corrida, tão corrida, que estou emagrecendo demais. Para vocês terem uma ideia, tô com 42 kg, usando 34 e PP... pior que isso? Tô sem bumbum!!!!! Por isso, tô fazendo de tudo para comer... Sempre tem um biscoito na bolsa, um miojo, um salgado, pra ver se meu corpitcho segura alguma caloria.


Lembram daquela série Tal Mãe, Tal Filha que passava no SBT? Pois é... virei fã! Lorelai e Rory Gilmore são fantásticas. O roteiro da série é ótimo, mistura comédia, temas sérios e cultura. Acho que tô ficando até mais irônica... coitado do meu namorado...rs!


...

Independente da crise, gripe, roubalheira e correria, viva sua vida com intensidade. Ele é única e algumas ações são irreversiveis.


G. Bontempo

PS: a gripe não é transmitida pela carne suína, e sim, pelo ar. Comam bacon!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Profissão Repórter, CQC, CNN e outros afins

Bendito dia que escolhi ser jornalista... Podia ter ouvido a dona Corina (minha mãe) dizendo: "Jornalismo é muito complicado...". Mas não. Fui teimosa e já estou no sexto semestre, ou melhor, no terceiro ano.
Que conste nos altos: Não me arrependo de nada, de nadinha mesmo. Mas preferia ter dormido um pouco mais antes de encarar a jornada.

Essa "Profissão Repórter" em que fui me meter é bem complexa, bem corrida e você, eu, tem que ser bastante astuto para conseguir o que se quer. Já é difícil conseguir uma matéria interessante se escondendo no brasão da Rede Globo, imagina você, ou melhor, eu, que vai nuzinha com apenas uma folhinha IESB. "Qualé mermão"! Já recebi muitos 'nãos' na vida, já fui barrada por diversos assessores, leia-se bloqueadores de matéria. Sem contar nas muitas notas oficiais, que te impede de falar com o setor público, esclarecendo todas as suas questões.

Duro mesmo é ser furada...
Ano passado, enquanto fazia uma matéria sobre os recursos hídricos do DF, fui furada pelo Correio Braziliense, ou seja, meu entrevistado, meu assunto, minha descoberta em primeira mão havia sido publicado duas semanas antes da minha no maior jornal do distrito.

Isso sim, meus leitores, que são os ''bastidores da notícia"...

Mas nada de desesperar, sempre há uma luz no fim... no fim... bem no fim do túnel!

:D

Esse é o recado do CQC.
Quem pensa que ele é humorístico, no estilo Zorra Total, se enganou completamente...
Pra nós, comunicólogos (aiiii que chic), esse é um momento muito esperado para o jornalismo moderno.
Um jornalismo onde há ruptura entre a empresa e a notícia. Entre a política e a prestação de serviço público. Entre o jornalista e a imparcialidade.
Pra que serve um jornal, senão servir o leitor?
É esse jornalismo que quero fazer. Não quero competir na política, economia, ou grandes assuntos. Quero falar do Brasil, do povo, da gente. De uma maneira humana, sem sensacionalismo. Quero conversar e conhecer as coisas simples e bonitas que esse país tem.
Por isso, estou tentando chegar no horário para as minhas aulas da sábado na UnB, onde aprendo o maravilhoso mundo da comunicação comunitária. Longe do poder, mas perto do povo - o maior tesouro que temos.

Ah, tô fazendo o meu roteiro para participar do concurso CNN. Tomara que dê certo... Telejornalismo é bem complicadim...

Nunca li tantos livros como agora, tô virando piolho da Sophia, biblioteca do IESB. O da vez: "Elas ocuparam as redações", fala sobre a conquista feminina numa profissão que outrora era machista. Nada melhor. Na capa tem uma foto de uma mulher de terninho, Scarpim e um jornal na mão (mais sex do que isso, impossível! rsrsrsrs)!

É isso.
Jornalista multimídia para um mundo veloz...
Gabriella Bontempo
!