Bendito dia que escolhi ser jornalista... Podia ter ouvido a dona Corina (minha mãe) dizendo: "Jornalismo é muito complicado...". Mas não. Fui teimosa e já estou no sexto semestre, ou melhor, no terceiro ano.
Que conste nos altos: Não me arrependo de nada, de nadinha mesmo. Mas preferia ter dormido um pouco mais antes de encarar a jornada.
Essa "Profissão Repórter" em que fui me meter é bem complexa, bem corrida e você, eu, tem que ser bastante astuto para conseguir o que se quer. Já é difícil conseguir uma matéria interessante se escondendo no brasão da Rede Globo, imagina você, ou melhor, eu, que vai nuzinha com apenas uma folhinha IESB. "Qualé mermão"! Já recebi muitos 'nãos' na vida, já fui barrada por diversos assessores, leia-se bloqueadores de matéria. Sem contar nas muitas notas oficiais, que te impede de falar com o setor público, esclarecendo todas as suas questões.
Duro mesmo é ser furada...
Ano passado, enquanto fazia uma matéria sobre os recursos hídricos do DF, fui furada pelo Correio Braziliense, ou seja, meu entrevistado, meu assunto, minha descoberta em primeira mão havia sido publicado duas semanas antes da minha no maior jornal do distrito.
Isso sim, meus leitores, que são os ''bastidores da notícia"...
Mas nada de desesperar, sempre há uma luz no fim... no fim... bem no fim do túnel!
:D
Esse é o recado do CQC.
Quem pensa que ele é humorístico, no estilo Zorra Total, se enganou completamente...
Pra nós, comunicólogos (aiiii que chic), esse é um momento muito esperado para o jornalismo moderno.
Um jornalismo onde há ruptura entre a empresa e a notícia. Entre a política e a prestação de serviço público. Entre o jornalista e a imparcialidade.
Pra que serve um jornal, senão servir o leitor?
É esse jornalismo que quero fazer. Não quero competir na política, economia, ou grandes assuntos. Quero falar do Brasil, do povo, da gente. De uma maneira humana, sem sensacionalismo. Quero conversar e conhecer as coisas simples e bonitas que esse país tem.
Por isso, estou tentando chegar no horário para as minhas aulas da sábado na UnB, onde aprendo o maravilhoso mundo da comunicação comunitária. Longe do poder, mas perto do povo - o maior tesouro que temos.
Ah, tô fazendo o meu roteiro para participar do concurso CNN. Tomara que dê certo... Telejornalismo é bem complicadim...
Nunca li tantos livros como agora, tô virando piolho da Sophia, biblioteca do IESB. O da vez: "Elas ocuparam as redações", fala sobre a conquista feminina numa profissão que outrora era machista. Nada melhor. Na capa tem uma foto de uma mulher de terninho, Scarpim e um jornal na mão (mais sex do que isso, impossível! rsrsrsrs)!
É isso.
Jornalista multimídia para um mundo veloz...
Gabriella Bontempo!
Que conste nos altos: Não me arrependo de nada, de nadinha mesmo. Mas preferia ter dormido um pouco mais antes de encarar a jornada.
Essa "Profissão Repórter" em que fui me meter é bem complexa, bem corrida e você, eu, tem que ser bastante astuto para conseguir o que se quer. Já é difícil conseguir uma matéria interessante se escondendo no brasão da Rede Globo, imagina você, ou melhor, eu, que vai nuzinha com apenas uma folhinha IESB. "Qualé mermão"! Já recebi muitos 'nãos' na vida, já fui barrada por diversos assessores, leia-se bloqueadores de matéria. Sem contar nas muitas notas oficiais, que te impede de falar com o setor público, esclarecendo todas as suas questões.
Duro mesmo é ser furada...
Ano passado, enquanto fazia uma matéria sobre os recursos hídricos do DF, fui furada pelo Correio Braziliense, ou seja, meu entrevistado, meu assunto, minha descoberta em primeira mão havia sido publicado duas semanas antes da minha no maior jornal do distrito.
Isso sim, meus leitores, que são os ''bastidores da notícia"...
Mas nada de desesperar, sempre há uma luz no fim... no fim... bem no fim do túnel!
:D
Esse é o recado do CQC.
Quem pensa que ele é humorístico, no estilo Zorra Total, se enganou completamente...
Pra nós, comunicólogos (aiiii que chic), esse é um momento muito esperado para o jornalismo moderno.
Um jornalismo onde há ruptura entre a empresa e a notícia. Entre a política e a prestação de serviço público. Entre o jornalista e a imparcialidade.
Pra que serve um jornal, senão servir o leitor?
É esse jornalismo que quero fazer. Não quero competir na política, economia, ou grandes assuntos. Quero falar do Brasil, do povo, da gente. De uma maneira humana, sem sensacionalismo. Quero conversar e conhecer as coisas simples e bonitas que esse país tem.
Por isso, estou tentando chegar no horário para as minhas aulas da sábado na UnB, onde aprendo o maravilhoso mundo da comunicação comunitária. Longe do poder, mas perto do povo - o maior tesouro que temos.
Ah, tô fazendo o meu roteiro para participar do concurso CNN. Tomara que dê certo... Telejornalismo é bem complicadim...
Nunca li tantos livros como agora, tô virando piolho da Sophia, biblioteca do IESB. O da vez: "Elas ocuparam as redações", fala sobre a conquista feminina numa profissão que outrora era machista. Nada melhor. Na capa tem uma foto de uma mulher de terninho, Scarpim e um jornal na mão (mais sex do que isso, impossível! rsrsrsrs)!
É isso.
Jornalista multimídia para um mundo veloz...
Gabriella Bontempo!


10 recadinhos, pensamentos, expressões ou "reclames":
Gabriella estava com saudades de você. É sério. Nesta semana eu lembrei e ia fuçar meus comentários pra ver se vc estava blogando ainda, e pegar novamente os endereços dos seus blogues. Perdi num backup que fiz.
Daí você apareceu rs. Estou levando novamente os links então.
E quando ao texto, nada melhor do que fazer o que gosta né. E seguir em frente...
Bj.
Inté!
Gabriella,
Eu estava na secretaria da Católica em junho de 2006 e quase me decidir por essa profissão.Não me decidir por que eu queria uma carreira que me proporcionasse escalar os maiores degraus em uma empresa.O objetivo que eu tinha(e tenho) por ingressar no mercado financeiro ajudara-me a decidir por outro curso.Mesmo assim, a maioria dos programas que eu assisto quando estou em casa, é relacionado à imprensa, como o Roda Viva, Observatório da Imprensa,Comitê de Imprensa,o programa 3 a 1 e alguns outros.Aprendo muito com esses programas,aprendir neles que o jornalismo atual será modificado e proporcionará que os repórteres coloquem a disposição "ao vivo " suas matérias.
O jornalista do futuro será diferente do jornalista que escreve em um jornal imprenso com o Correio Braziliense.Eu parei na Leitura um dias desses e li a introdução do livro do correspondente da Globo nos EUA, Rodrigo Alvarez,que escreveu o livro "No país de Obama" e relata nesse livro os instrumentos tecnológicos que farão do jornalismo uma profissão muita procurada.
Pô bom saber que está de volta! Ou eu que não estou acompanhando? Tu que tá sumida mesmo!
Espero que não suma como dessa última vez hehe
Assim como também espero que apesar de todas as muitas dificuldades na profissão de jornalista não te desanimem. Muito pelo contrário te animem a fazer um trabalho diferenciado.
Bjos e té mais!
Olá Gabi... estava com saudades. Obrigado por ter aparecido. Minha filha está estudando jornalismo. Que coisa linda né?! (rs).
Aparece por lá. Publiquei um novo post.
Espero vê-la, antes de ir pra glória... (rs)
Veja pelo lado bom: o Correio Braziliense teve a mesma idéia q vc. Tu devia tá é feliz!
(atá imagino a sua cara de brava ao ler isso... rsrs)
O único problema de ser jornalista é conciliar sonhos e dinheiro. Só. Muito simples.
Te aceitar no blog? Mmm... Pensarei em teu caso.
rs
Abraços
Bem, concordo com o rapaz acima, um jornal de grande renome, teve a mesma ideia, mostra que está no caminho certo. Tente ver como um aprendizado...
Um dia ainda deixo me entrevistar hahaha.
Também estava com saudades. Beijo e boa sorte em sua jornada. Ler é sempre bom, ler a ti, melhor ainda.
Oie!!
Não sabia que voce tinha blog.. me add ai!
Bjs
=*
Não concordo com o comentário de não ser possível aliar sonho e dinheiro! Se quer ser rico vai ser amante de deputado, usar apelido de nome de fruta na TV ou tenha um super talento. No mais, todas as profissões não ganham salários milionários, mas pagam bem!
Estar sempre no meio do povão é maravilhoso, sempre gostei da editoria de cidades. Sempre adorei e vou amar eternamente Economia, agora comecei a gostar de Ciência e Tecnologia e Política. Não me importa mais em que editoria eu esteja (menos esportes!) se eu realmente for repórter e estiver na rua apurando!
Pena que eu não tenho uma veia comica, gostaria de ir para o CQC!
gabiiiiii
saudadeeeees
bjoos
Olá pessoal... quantos comentários!
Obrigada por lerem minhas histórias e palpitarem nelas tbm!
.:: Éverton: Saudades tbm! É muito bom quando vc aparece por aqui!
.:: Ricardo: É sempre bom discutir com vc sobre os nosso "futuros profissionais".
.:: Rap: Valeu pela boa vinda! Tava com saudades. E, vc tem razão, essas coisas noas animam mesmo!
.:: Neuber: Que legal. Mais uma jornalista! Nos veremos sim...rs
.:: Aldrin: E aí moço, já tenho a resposta?
.:: Ravnos: Valeu pela "boa sorte" e por gastar dos meus textos!
.:: Anandão: Manda o link, oras... Não consegui ler vc!
.:: Laís: Eita... que vida! Obrigada por aparecer!
.:: Mari: Saudades ENORMES! Como vc está?
A todos,
Obrigada!!!
Beijo para quem é beijo, abraço para quem é de abraço!
Gabii
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